BRAIP ads_banner

Rede D’Or atua em hospitais amazônicos

CasaNotícias

Rede D’Or atua em hospitais amazônicos

Uso excessivo de remédios para dor de cabeça pode provocar doença; entenda
Projeto da Projeto da Rede D’Or inova no enfrentamento de no inova no enfrentamento de novas doenças
Apenas uma sessão de musculação já tem efeito na dor nas costas, mostra estudo da USP

A Rede D’Or, maior empresa de saúde da América Latina, com 74 hospitais em 14 estados, destaca-se por também democratizar o acesso à saúde em todo o Brasil. Exemplo disso é ter transformado, em apenas três anos, o atendimento assistencial dos hospitais Yutaka Takeda e 5 de Outubro, situados no Pará, na região amazônica de difícil acesso de Carajás.

Divulgação Foto: Divulgação/Rede Dor

Entre os impactos positivos da nova gestão já sentidos pela população destacam-se a ampliação de cirurgias e de consultas clínicas, maior investimento na capacitação da equipe e, mais recentemente, a inauguração de um novo pronto-atendimento.

Continua após a publicidade

O trabalho feito nos dois hospitais, principalmente das cidades de Parauapebas, Canaã dos Carajás e Curionópolis, não se limita ao aumento de atendimento à população. Agora, é possível fazer cirurgia bariátrica, de coluna, de próstata, infiltração de joelho, além de exames como a colonoscopia. Os hospitais cresceram não só em volume, mas em qualidade e diversificação de tratamentos ofertados.

Outro ponto relevante é a conquista dos certificados do Programa de Qualidade do Conselho Federal de Enfermagem e as certificações ONA 2 (5 de Outubro) e ONA 3 (Yutaka Takeda), que reconhecem a qualidade técnica e a segurança dos hospitais. Ambas as instituições também possuem agora a certificação Green Kitchen, selo que reconhece práticas sustentáveis na cozinha hospitalar e o incentivo à alimentação saudável dos clientes e colaboradores.

Respeito aos costumes locais

Continua após a publicidade

Outra importante melhoria implementada são os serviços de Atenção Primária à Saúde (APS). Equipes multidisciplinares especializadas em medicina de família e comunidade atuam em prevenção, promoção da saúde e acompanhamento de doenças agudas e crônicas. “Tudo isso adaptado às necessidades locais, levando em consideração as características epidemiológicas e as dificuldades de acesso à Floresta Amazônica”, comenta Caroline Ramos, gerente executiva de Operações da Rede D’Or.

Divulgação Foto: Divulgação/Rede Dor

Da mesma forma, os grupos indígenas recebem atenção diferenciada no Yutaka Takeda e no 5 de Outubro. “Existe um profundo respeito pela cultura indígena e suas práticas ancestrais relacionadas à cura e à saúde. Durante o tratamento, toda a família permanece no hospital com o ente assistido e, dentro do possível, nos adaptamos para que os costumes e hábitos intrínsecos a essa cultura sejam integrados aos nossos protocolos assistenciais de cuidado seguro e centrado no paciente”, explica a gerente. A população também é favorecida pela completa assistência em saúde materno-infantil, desde o pré-natal até o nascimento do bebê.

Continua após a publicidade

Região beneficiada pela expertise no ensino

Com o objetivo de elevar o padrão de qualidade assistencial em toda a região, a Rede D’Or investe fortemente na qualificação contínua dos seus profissionais, por meio de sua expertise em pesquisa e ensino. “As boas práticas que desenvolvemos nos grandes centros são compartilhadas no Pará, e quem trabalha conosco pode levar esse conhecimento para outras empresas”, diz Ramos.

Isso significa que a Rede D’Or tem elevado significativamente a qualidade assistencial dos dois hospitais a partir de maior treinamento entre os colaboradores – tanto em qualidade quanto em segurança. Sem falar na promoção de eventos científicos na região.

Continua após a publicidade

De paciente a funcionário: ele cresceu ‘ao lado’ do hospital

Elienai Silva, 33, nasceu no Hospital Yutaka Takeda e, atualmente, faz parte do seu quadro de funcionários. Ele acompanhou de perto a melhoria da instituição depois da administração da Rede D’Or. “Conseguimos trazer para a nossa cidade algo igualmente bom em relação às grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo. A nova gestão trouxe essa preocupação com o desenvolvimento profissional da equipe, e fui muito agraciado com isso. Entrei como ‘comprador’, depois de seis meses virei líder do almoxarifado e hoje sou supervisor de suprimentos”, conta.

Fonte: Externa

BRAIP ads_banner