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Mentor do COB se defende de acusações: ‘já fui campeão’

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Mentor do COB se defende de acusações: ‘já fui campeão’

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Joel Jota, 43 anos, foi criticado por atletas ao ser anunciando como mentor do Time Brasil para as Olimpíadas de Paris. Diferentemente do que estava sendo divulgado por ele e sua equipe, Joel não será mentor dos atletas, da comissão técnica e dos chefes da delegação, mas sim da equipe do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O empresário entrou em contato com a coluna GENTE para dar a sua versão a respeito da confusão gerada.

“Essa palavra ‘mentor’ foi o primeiro problema, porque na cabeça das pessoas que reclamaram: ‘como o Joel vai ser mentor de atleta se ele nem foi para Olimpíada?’. Mas eu não fui convidado para ser mentor de atleta e eu não vou ser o cara da psicologia, não vou ser o cara da terapia, não vou falar com o atleta. Eu vou ser mentor do COB. E já estou fazendo programas de orientação, de palestras, de trabalho com a equipe do COB. Eu sou o cara que dá uma palavra de incentivo, não vou fazer uma intervenção técnica de mentoria, é uma coisa mais inspiracional, mais energética, mais motivacional. A mentira foi: ‘Joel nunca foi da seleção brasileira e nunca foi campeão brasileiro’. Mas eu já fui da Seleção Brasileira quatro vezes e campeão brasileiro várias vezes. O problema é que essa galera está considerando Seleção Olímpica e eu nunca disse que eu fui da Seleção Olímpica. A minha Seleção Brasileira é uma seleção de uma outra prova. Eu tenho hoje meu quadro de medalhas disponível no site da Confederação Brasileira de Esportes Aquáticos. A palavra que eles usaram foi ‘charlatão’, isso é um problema muito grande. Vamos pensar um pouquinho: você acha mesmo que o Comitê Olímpico Brasileiro ia aceitar alguém que inventou um currículo para trabalhar com eles? E uma última coisa que eles [Joanna Maranhão e Bruno Fratus] ficaram muito mexidos: ‘O Joel falou que foi um dos melhores nadadores do mundo’. Sim, eu fui. Veja só, já é muito difícil ser atleta, ser federado. Muito difícil pegar um voo, viajar, participar de eliminatória com um monte de país. Aí a Joana e o Bruno falam: ‘mas nem eu, que fui medalhista olímpico, falo desse jeito’. Mas deveria, eles deveriam falar desse jeito”.

Fonte: Externa

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